quarta-feira, 18 de junho de 2014

Minicurso: O cinema de Mario Bava

Dando prosseguimento ao que foi iniciado com as Oficinas de Formação de 2013 (cineclube, cinema na escola e crítica), o Sesi oferecerá em 2014 mini-cursos mensais sobre diversos capítulos da teoria e da história do cinema. 
Ministrados pelo cineclubista Miguel Haoni, do Coletivo Atalante, os mini-cursos terão carga horária de 8 horas, inscrições gratuitas e vagas limitadas. Em junho o Mini-curso será sobre o O Cinema de Mario Bava (dias 28 e 29, das 14 às 18 horas na Sala Multiartes do Sistema Fiep).

Em homenagem ao centenário do cineasta italiano Mario Bava, o minicurso pretende ser uma investigação imersiva em seus resultados criativos.
"Em Mario Bava reconhecemos que o projeto de criação do universo baseia-se, como em Hitchcock, na idéia do artista-deus, e no caso da obra em questão, maior que Deus. Isto se opera no encontro harmônico de duas instâncias criativas: a estética cinematográfica (amparada nas linguagens de enquadramentos, movimentos de câmera, mise en scène, decupagem e outros recursos de estilo) e o artesanato cinematográfico (cenários, figurinos, maquiagem, maquetes, iluminação, trucagens e outros recursos da fabricação de cena)."

- Miguel Haoni. Cinemas de Horror

Unidades:
1 - O Giallo
2 - Cinema Fantástico
3 - As cores do inconsciente

Referência:
LUCAS, Tim. Mario Bava: All the Colors of The Dark. Cincinati, OH: Video Watchdog, 2007.

Serviço: 
dias 28 e 29 de junho (sábado e domingo)
das 14 às 18 horas
na Sala Multiartes do Sistema Fiep
(Av. Cândido de Abreu, 200 - Centro Cívico - Curitiba/PR)

Inscrições gratuitas pelo telefone: 3271-9560 (de terça à sexta, das 10 às 18 horas)
VAGAS LIMITADAS

Realização: Sesi (http://www.sesipr.org.br/cultura/)
Produção: Atalante (http://coletivoatalante.blogspot.com.br)

terça-feira, 17 de junho de 2014

Cineclube Sesi: "Blackout" de Abel Ferrara

Nesta quinta-feira, dia 19, o Cineclube Sesi apresenta  "Blackout", dando continuidade ao ciclo Abel Ferrara que contará ainda com "O Enigma do Poder" (dia 26). 
Sempre com entrada franca!

Cineclube Sesi apresenta:  "Blackout", de Abel Ferrara

Astro de Hollywood se envolve com drogas e arruína a carreira depois de ficar obcecado por uma mulher. Um ano depois, tentando refazer sua vida, volta a querer descobrir o paradeiro dela.

Serviço:
dia 19/06 (quinta)
às 19h30
na Sala Multiartes do Centro Cultural do Sistema Fiep
(Av. Cândido de Abreu, 200, Centro Cívico)
ENTRADA FRANCA
 

Realização: Sesi 
   
   (
http://www.sesipr.org.br/cultura/)
Produção: Atalante (http://coletivoatalante.blogspot.com.br/)

sábado, 14 de junho de 2014

Ettore Scola volta, no Sesc

06/03/2011 - 00:00 - Noticias

Filme "um dia muito especial" tem mais de três décadas e os cinéfilos podem confirmar sua atualidade

Miguel Haoni
Especial para o jornal Amazônia

Na próxima quinta-feira (10), o Cine Sesc inicia parceria com a Associação de Críticos de Cinema do Pará (ACCPA), e exibe o filme do diretor italiano Ettore Scola, "Um dia muito especial" (Itália, 1977), no auditório do Sesc Boulevard (em frente à Estação das Docas) às 19h, com entrada franca. Não resistindo a estragar a grande surpresa, ouso antecipar que é um filme muito atual e que todo cinemaníaco deveria ver.
Apesar da questão da atualidade ser cara a muitos, sempre me pareceu uma característica óbvia. O cinema, oficialmente, tem só 115 anos, é praticamente um recém-nascido perto de suas milenares artes irmãs. E como arte, os filmes são sempre atemporais e universais. Como a pintura, a música e a literatura, o cinema reverbera em qualquer tempo e lugar. Um filme como "O nascimento de uma nação" (1915), de D. W. Griffith, é tão defasado quanto "A odisséia", de Homero, ou "A santa ceia" de Leonrado Da Vinci. Para uma plateia sensível, o caráter humano destes trabalhos nunca perderá o sentido.
Contudo, "Um dia muito especial" é realmente um "filme atual" no sentido mais ordinário em que se aplica a expressão. O encontro do radialista ferido Gabrielle (Marcello Mastroianni) com a resignada dona de casa Antonietta (Sophia Loren) é o mote para a exploração do mais universal dos sentimentos: a solidão.
Única companheira de Ulisses em seu retorno a Ítaca e expressão subjacente no olhar do Cristo rodeado de apóstolos, a solidão, esta consciência da fragilidade de nossa condição, impregna cada plano do filme de Ettore Scola como uma escuridão implacável.
Ação se passa num período em que o fascismo dominava a Itália
A ação transcorre no final dos anos 30, durante a histórica visita de Adolf Hitler a Roma. Um conjunto de prédios é esvaziado em decorrência do evento deixando apenas quatro pessoas: Gabrielle e Antonietta, a zeladora irascível e um papagaio. Este último, um agente do destino que provoca o cruzamento dos caminhos dos protagonistas é, também, pela habilidade de falar, um ícone da incomunicabilidade, razão essencial do moderno cinema italiano.
O cenário gigantesco e a épica parada fascista servem como um pano de fundo fantasmagórico para um drama íntimo, minúsculo. Tal qual seus antecessores Luchino Visconti ("Morte em Veneza"), Federico Fellini ("Julieta dos espíritos") e Michelangelo Antonioni ("O eclipse"), Scola promove um sensível encontro entre a tradição italiana da ópera com a incapacidade de entendimento no homem contemporâneo.
Esta tristeza é incorporada ao filme por meio, sobretudo, da cor. O cinza, o bege e o pálido dourado pintam um filme a cores sobre a memória preta e branca. Tal caracterização lúgubre, sinistra, é extraída dos restos da terrível iconografia fascista, cheia de marcas da morte. No trágico final, os protagonistas reassumem suas posições retornando para as sombras silenciosas depois do catártico conflito.
Apesar do encontro ser revelador, e em certa medida libertador para os personagens, a tristeza e a violência nunca os abandona. Na estranhíssima "cena de amor", por exemplo, podemos antever um sujeito frágil que se submete à incontrolável pulsão erótica da dona de casa fascista.
As expressões dos atores indicam o descompasso dos sentimentos e o mal-estar é agravado pelo tonitruante hino da juventude hitlerista. O amor para Gabrielle já tinha aparecido antes na brincadeira nos varais. O sexo posterior é praticado como um doce assassinato.
Apesar de toda dilaceração dramática, Ettore Scola realiza uma obra sensível que foge à obviedade e chega até nós, não por meio de sua "atualidade" (isto já está na definição da arte), mas como algo mais essencial: um encantador passeio pelas feias paisagens da nossa alma.

Texto original: http://noticias.orm.com.br/noticia.asp?id=519900&%7Cettore+scola+volta,+no+sesc#.U5zO95RdVb4

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Abel Ferrara e a religião da intensidade


Em 1996, quando Abel Ferrara lançou seu The Funeral/Os Chefões, deu-se uma curiosa mudança de posição de seus admiradores. Enquanto seus fervorosos fãs apaludiam com alguma temeridade esse retrato familiar da máfia com sotaque academicista, os eventuais detratores de filmes como O Rei de Nova York e Bad Lieutenant/Vício Frenético ovacionavam esfuziantemente o primeiro filme de Ferrara sem os excessos de pathos, de sangue ou de crueza de estilo. Em bom português: com Os Chefões Ferrara teria finalmente servido um prato palatável para estômagos fracos. Infelizmente para eles e felizmente para nós, a continuidade da obra do bíblico Abel evoluiu no sentido de seus filmes mais vertiginosos e exuberantes, seguiu o caminho da perdição dos sentidos, do pathosdescontrolado de seus protagonistas, do coquetel de álcool, drogas, sangue e sexo filmados por uma câmera cinematograficamente tão inebriada quanto aquilo que ela filma. Mais que isso: com filmes comBlackout, R Xmas ou com os já citados acima, Ferrara comprova-se cada vez mais como o grande questionador moral do cinema americano. Poucas vezes na vida vimos um policial ser um humano de carne e osso, e não um "robozinho do sistema" ou aquele herói positivo dos filmes de ação que tem sempre um parceiro, come rosquinhas, conversa com meninas bonitas, etc. Mas vimos emVício Frenético e em O Rei de Nova York. Mas de fato nunca tínhamos visto um filme que tratava a família de um traficante de drogas como uma família qualquer, e o tráfico como uma simples questão de trazer dinheiro para casa, como qualquer pai de família decente, como vemos em R Xmas (na TV a cabo, Natal Negro). Dir-se-ia que o filme é uma versão americana do francês Agenda.
Mas antes de R Xmas, dois filmes nos imergiam numa outra trip, menos social e mais climática, existencial, oriunda sem dúvida de seu Naked Eyes/Dangerous Game (Olhos de Serpente). EmBlackout e Enigma do Poder, a figura feminina sexuada é a grande figura obsessional que conduz os heróis à perdição: seja emBlackout, em que um Matthew Modine que não consegue encontrar serenidade com uma mulher de temperamento impossível (a morena, Béatrice Dalle) nem com a mulher perfeita, amante e mãe cuidadosa (a loira, Claudia Schiffer), ou seja em Enigma do Poder, em que um sonho onipotente de vencer os chefões do contrabando internacional transforma-se num pesadelo desesperador graças à figura também morena (curioso como Ferrara inverte sempre o arquétipo de dominação feminina, associado ad infinitum à loira) de Asia Argento.
Social ou interna, a figura de conteúdo que interessa a Abel Ferrara é sempre a do excesso. Ou melhor, às conseqüências do excesso: todo excesso diz respeito a uma tentativa de sair de si, de transcender o próprio corpo em busca de um equilíbrio mais forte do que o corporal. Sair-de-si, leia-se ex-tase, êxtase. E, pouco importa de que natureza sejam, todas as principais figuras do êxtase aparecem uma a uma nos filmes de Ferrara, seja o êxtase da droga, o êxtase religioso, o êxtase da manutenção familiar ou o êxtase sexual. O importante aqui é que o sujeito aspira ao sentimento do absoluto, almeja a completa dissolução do sujeito no mundo (ou no nada). Estejam de que lado estiverem, tanto Frank White (o chefe da máfia de O Rei de Nova York) quanto o "mau oficial" de Vício Frenético (é assim que o policial interpretado por Harvey Keitel é descrito nos créditos, "bad lieutenant") não têm outra atitude: eles combatem o mal com o mal, entram num circuito de mão única, suicida, desejam atingir uma espécie de êxtase por atingir o mal absoluto. A lógica de violência desses dois personagens não está subsumida a nenhuma explicação, política ou social: são antes dois primos longínquos de Ricardo III, o shakespeariano anti-herói por excelência que pratica o mal não com a intenção de atingir qualquer finalidade, mas como pura atividade de excesso gratuito, uma experiência quase litúrgica. Uma religião da intensidade.
Naturalmente o cinema já nos deu muitos personagens que encarnam o mal, mas nos parece que Abel Ferrara abre um capítulo à parte nessa história. Figuras do excesso destruidor, a própria literatura nos dá desde o Heathcliff de O Morro dos Ventos Uivantes(e não é à toa que Georges Bataille abre seu A Literatura e o Malcom um capítulo sobre Emily Brontë) Mas Ferrara, no entanto, não se limita a simplesmente acompanhar fascinado os passos de seus anti-heróis. Em seus filmes, a própria narrativa é tão balbuciante quanto os passos de seus protagonistas, a própria segurança do tabalho de câmera espelha os descaminhos de excesso e inconsciência dos personagens.
Outro aspecto decisivo de seus filmes: como espectador, jamais temos acesso a algum dado da narrativa que o protagonista desconheça, e essa falta de lacuna entre o conhecimento que os personagens e os espectadores têm de cada cena nos impossibilita de realizar qualquer julgamento que não seja de nível existencial: não passamos a julgar as decisões deles, e sim a acompanhá-las. O que, em se tratando de personagens que cometem atos ignominiosos, cria um poderoso desconforto moral nos que se dignam a encarar seriamente seus filmes. O exemplo mais forte disso está em Blackout: no meio do filme, em visita a um amigo que produz vídeos de softporn, o personagem de Matthew Modine mistura sexo, álcool, cocaína e um revólver. Corta. Mais tarde, suas lembranças são difusas: teria ele matado a mulher? Ele sente-se inquieto por descobrir a verdade e culpado pelo possível assassinato, mas não podemos ajudá-lo: sabemos tanto quanto ele. A dúvida persiste até o final do filme, e não é resolvida.
Os puristas da narrativa clássica têm razão ao ressentirem-se de clareza nos filmes de Abel Ferrara. De fato, seu cinema está tanto para Don Siegel (o cinema físico) quanto para Maurice Pialat (os blocos de ação sendo mais importantes do que o equilíbrio formal do filem) quanto para Godard (total interesse em desrespeitar as regras do cinema narrativo). Ferrara toca num ponto decisivo da relação entre vanguarda e classicismo, entre ruptura e tradição. Não é por preciosismo ou vontade frívola de ser diferente que se foge do cinema narrativo clássico: é por querer expressar coisas que seriam impossíveis através da gramática dominante. Ferrara é muito menos um esteta do que um artista que vai tão profundamente nos sentimentos de excesso de seus personagens que ele deixa esses excessos penetrarem a narrativa e atingirem em cheio o espectador, sem mediação ou possibilidade de filtro. Prova disso é a seqüência final de New Rose Hotel/Enigma do Poder: Willem Dafoe debruçado sobre si mesmo relembrando todos os momentos decisivos que o levaram a esconder-se no hotel que dá nome ao filme. Quinze minutos apenas de flashbacks de cenas que vimos pouco antes, mudando apenas a ordem mental em que o personagem de Dafoe as encadeia (o que, narrativamente, até faz mudar em muito a interpretação do filme). Anátema absoluto das regras dos feature films, o filme encerra-se com uma seqüência enorme de "redundância". Entre aspas: essa redundância é ao mesmo tempo o estado quase catatônico do personagem e um novo rearranjamento das lembranças para entender onde a coisa toda deu errado. E se o cinema clássico não aceita isso, tanto pior. Para o cinema clássico, naturalmente.
Um dos lugares-comuns mais interessantes nos críticos é a opinião de que um filme ruim de um grande artista é sempre delicioso porque permite observar muito mais claramente todas as obsessões de conteúdo e de expressão, que num grande filme estão muito mais "escondidas" atrás de um artesanato mais bem feito ou de propostas estéticas mais veementes. The Driller Killer é o perfeito exemplo de um filme ruim assinado Abel Ferrara: neurose urbana e excesso de informação auditiva (uma banda que faz um som disco funkyabsolutamente datado) levam um homem à loucura e transformam-no num assassino em série que mata com uma broca de parede. O ator que interpreta o assassino é o próprio Ferrara, no pseudônimo de Jimmy Laine, como se estivesse prenunciando como ator em seu primeiro longa-metragem o que faria como diretor nos filmes seguintes (e o filme seguinte, Ms. 45/Sedução e Vingança, é uma pérola). Uma das coisas mais interessantes em The Driller Killer é a cartela inicial, pré-créditos. Nela se diz: "This film should be played loud". Um filme, qualquer que seja, que deva ser "tocado" ALTO. Ferrara desenvolveu sua carreira para não precisar mais colocar essa inscrição antes de seus filmes. Afinal de contas, poucas coisas falam mais alto do que seus finais suicidas, do que suas figuras femininas, e acima de tudo do choro gutural de Harvey Keitel em Vício Frenético, um choro desesperado de lobo, agudo, sem passado ou futuro. Poucas vezes o cinema foi tão "alto" quanto isso.

Ruy Gardnier
(Texto original: http://www.contracampo.com.br/50/abelferrara.htm)

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Cineclube da Cinemateca: "Um Dia Muito Especial" de Ettore Scola

O Cineclube da Cinemateca apresenta neste sábado "Um Dia Muito Especial" de Ettore Scola, especialmente às 14 horas. A projeção será em 35mm. A entrada é franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta: "Um Dia Muito Especial" de Ettore Scola


Roma, 6 de maio de 1938. Benito Mussolini e Adolf Hitler se encontraram para selar a união política que, no ano seguinte, levaria o mundo à 2ª Guerra Mundial. Praticamente toda a população vai ver este acontecimento, inclusive o marido fascista de Antonietta (Sophia Loren), uma solitária dona de casa que conhece acidentalmente Gabriele (Marcello Mastroianni), seu vizinho, quando seu pássaro de estimação foge e ela o encontra pousado na janela do vizinho. Antonietta nunca falara com Gabrielle, que tinha sido demitido recentemente da rádio onde trabalhava por ser homossexual. Ela, por sua vez, era uma esposa infeliz e insegura pelo fato de não ter uma formação profissional. Gradativamente os dois desenvolvem um tipo muito especial de amizade.

Serviço:
Dia 14 de junho
14hs 
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Cineclube Sesi: "Os Chefões" de Abel Ferrara

Excepcionalmente nesta sexta-feira, dia 13, o Cineclube Sesi apresenta  "Os Chefões", dando continuidade ao ciclo Abel Ferrara que contará ainda com "Blackout" (19) e "O Enigma do Poder" (26) 
Sempre com entrada franca!

Cineclube Sesi apresenta:  "Os Chefões", de Abel Ferrara

Durante os anos 30, Ray Tempio e Chez Tempio são dois irmãos que devem enfrentar a dura morte de seu irmão mais jovem, baleado três vezes. Apesar de sua esposa ser contra uma vingança, Ray tem uma certa idéia de quem é o culpado e vai atrás dele, mesmo que isso cause o caos em sua família.

Serviço:
dia 13/06 (Excepcionalmente na sexta)
às 19h30
na Sala Multiartes do Centro Cultural do Sistema Fiep
(Av. Cândido de Abreu, 200, Centro Cívico)
ENTRADA FRANCA
 

Realização: Sesi 
   
   (
http://www.sesipr.org.br/cultura/)
Produção: Atalante (http://coletivoatalante.blogspot.com.br/)

domingo, 8 de junho de 2014

Cine FAP: "Código Desconhecido", de Michael Haneke

Nesta segunda-feira, dia 9, o Cine FAP apresenta "Código Desconhecido", de Michael Haneke, encerrando a mostra Cinema Francês Moderno. No segundo semestre o tema do cineclube será Faroeste.
Sempre com entrada franca!

Cine FAP apresenta: "Código Desconhecido", de Michael Haneke


A narrativa é divida entre três grupos de pessoas: a atriz francesa Anne Laurent (Juliette Binoche), o marido dela e sogros; uma romena, Maria (Luminita Gheorghiu), luta para ter dinheiro para sua família voltar para casa; e Amadou (Ona Lu Yenke), um professor para crianças surdas-mudas que está em conflito com seu clã africano. O catalisador das histórias começa numa esquina, onde o cunhado de Anne, Jean (Alexander Hamidi), insulta Maria, que implora ajuda. Amadou, enraivecido, provoca uma briga com Jean, resultando em repercussões negativas para os três grupos.

Serviço:
dia 09/06 (segunda)
às 19 hs
no Auditório Antonio Melilo
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral) 
ENTRADA FRANCA

Realização: Cine FAP e HATARI! (Grupo de Estudos de Cinema)
Apoio: Coletivo Atalante