sábado, 6 de agosto de 2016

Cine FAP: Metropolitan, de Whit Stillman

Em agosto o Cinefap discute a Comédia Americana Contemporânea, com Metropolitan, de Whit Stillman (08/08); O Casamento do meu melhor amigo, de P.J. Hogan (15/08); Férias Frustradas de Verão, de Greg Mottola (22/08); e Como você sabe, de James L. Brooks (29/08).


Sobre Metropolitan:
Após o divórcio dos pais, Tom vai morar num bairro modesto de Nova Iorque, conservando conhecidos de outro nível social. Ele é obrigado a participar de uma festa do grupo e a partir de então, tentará não se separar mais.
Toda segunda-feira, às 19h, na FAP do Cabral. Após a sessão, realizamos uma discussão mediada pelos estudantes do cineclube.
Sessão:
Metropolitan (EUA, 1990
, 98 min.)
dia 08/08 (segunda-feira)
às 19h
no Auditório Antonio Melillo, na FAP - Faculdade de Artes do Paraná
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral)
ENTRADA FRANCA


Realização: Cine FAP 

Apoio: Cazé - Centro Acadêmico Zé do Caixão 
Coletivo Atalante


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Cineclube da Cinemateca: "Cabra Marcado para Morrer" de Eduardo Coutinho

Neste domingo, às 16h, o Cineclube da Cinemateca apresenta "Cabra Marcado para Morrer", iniciando o ciclo Eduardo Coutinho, cineasta brasileiro que contará ainda com "Edifício Master" (14/08), "O Fim e o Princípio" (21/08) e "Jogo de Cena" (28/08). Sempre com entrada franca!
Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Cabra Marcado para Morrer" de Eduardo Coutinho
Início da década de 60. Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos próprios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

Serviço:
07 de agosto (domingo)
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 – 3552
ENTRADA FRANCA


Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Cineclube da Cinemateca apresenta:

                 Eduardo Coutinho, cineasta brasileiro

Um dos mais importantes nomes do documentário brasileiro. Prefere a companhia dos homens comuns, das histórias miúdas onde se esconde a essência da humanidade.

Obs: Todos os filmes têm a classificação indicativa 14 anos.

07/08: Cabra Marcado para Morrer














(1984/BR – 119 min.)
Início da década de 60. Um líder camponês, João Pedro Teixeira, é assassinado por ordem dos latifundiários do Nordeste. As filmagens de sua vida, interpretada pelos própios camponeses, foram interrompidas pelo golpe militar de 1964. Dezessete anos depois, o diretor retoma o projeto e procura a viúva Elizabeth Teixeira e seus dez filhos, espalhados pela onda de repressão que seguiu ao episódio do assassinato. O tema principal do filme passa a ser a trajetória de cada um dos personagens que, por meio de lembranças e imagens do passado, evocam o drama de uma família de camponeses durante os longos anos do regime militar.

14/08: Edifício Master
(2002/BR – 110 min.)
Durante sete dias, uma equipe de cinema filmou o cotidiano dos moradores do Edifício Master, situado em Copacabana, a um quarteirão da praia. O prédio tem 12 andares e 23 apartamentos por andar. Ao todo são 276 apartamentos conjugados, onde moram cerca de 500 pessoas. Eduardo Coutinho e sua equipe entrevistaram 37 moradores e conseguiram extrair histórias íntimas e reveladoras de suas vidas.

21/08: O Fim e o Princípio













(2006/BR – 110 min.)
Sem pesquisa prévia, sem personagens, locações nem temas definidos, uma equipe de cinema chega ao sertão da Paraíba em busca de pessoas que tenham histórias para contar. No município de São João do Rio do Peixe a equipe descobre o Sítio Araçás, uma comunidade rural onde vivem 86 famílias, a maioria ligada por laços de parentesco. Graças à mediação de uma jovem de Araçás, os moradores - na maioria idosos - contam sua vida, marcada pelo catolicismo popular, pela hierarquia, pelo senso de família e de honra.

28/08: Jogo de Cena













(2007/BR – 105 min.)
Atendendo a um anúncio de jornal, oitenta e três mulheres contaram suas histórias de vida num estúdio. Em junho de 2006, vinte e três delas foram selecionadas e filmadas no Teatro Glauce Rocha. Em setembro do mesmo ano, atrizes interpretaram, a seu modo, as histórias contadas pelas personagens escolhidas. O que está em discussão é o caráter da representação. Neste filme, o jogo a ser jogado inclui pelo menos três camadas de representação: primeiro, personagens reais falam de sua própria vida; segundo, estas personagens se tornam modelos a desafiar atrizes; e, por fim, algumas atrizes jogam o jogo de falar de sua vida real.
Serviço:
Sessões aos domingos
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 – 3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

domingo, 31 de julho de 2016

Viver e morrer em Los Angeles

  

O que William Friedkin, expert em corridas de carro (Operação França, 1971) e especialista em efeitos visuais (O Exorcista, 1973), faz em companhia de cineastas que nós celebramos aqui há alguns dias, Vincente Minnelli, Kenji Mizoguchi, John Ford? A resposta resume-se a três palavras. É um clássico. Um pequeno clássico, mas ainda assim um clássico. Formado pela lei tecnicista da televisão (entre 17 e 27 anos, ele assina centenas de documentários, de telefilmes, de emissões escolares), o ex-sr. Jeanne Moureau pode se deixar levar por uma valsa se o roteiro tem senso de ritmo. E o pouco que podemos dizer é que Viver e Morrer em Los Angeles balanceia como os filmes não sabem mais fazer há muito tempo.                                                                                                                                                                                                                      
Passaram-se uma quinzena de anos entre o sucesso comercial de O Exorcista e de Operação França, e esse thriller muito pessoal. Mais habituado à encomenda e ao cinema multi-estilístico, o próprio Friedkin adapta o universo bastante Jim Thompson do romance de Gerald Pitievich. O resultado é um filme estranho e desestruturado, quase desarticulado, do qual o belo título americano exprime bem o pessimismo. A partir de um argumento clássico, uma história contada cem vezes (dois jovens policiais decidem vingar o seu chefe, baleado a alguns dias de sua aposentadoria), Viver e Morrer em Los Angeles embarca o espectador em uma corrida mortal, uma corrida em pleno dia e em cores em que a luminosidade contrasta com a escuridão. Sem desvendar a arritmia do filme, nós diremos que ele reedita em um tom menor, deslocando-o para o meio da intriga, o terrível basculamento inaugural de Os Corruptos (The Big Heat), obra-prima ultra-noir de Fritz Lang (nós podemos encontrá-la ainda em DVD zona 1 por menos de 20 euros). É o tipo de roteiro no qual Mel Gibson e Bruce Willis se aventuram em vão em versões insípidas. Os atores levam a história sobre seus ombros como uma cruz: Willem Dafoe, certamente, mas acima de tudo o estranho William L. Petersen cujos olhos azuis furam a tela de tanta incandescência. Bertrand Travernier escreve em Cinquenta Anos de Cinema Americano que Friedkin “não pôde se decidir em tornar o personagem desagradável, nem em adotar o ponto de vista (dramático ou moral) que uma tal opção pedia”. É preciso muito talento para conseguir fazer isso. É todo o mal que desejamos à Tavernier.                                                                

Louis Skorecki        

Police fédérale, Los Angeles RTL9, 22 h 35.   

Publicado no jornal Libération, 06/02/2002.    

Tradução: Letícia Weber Jarek

sábado, 30 de julho de 2016

Cine FAP: O Último Golpe, de Michael Cimino


O Cine FAP volta de suas breves férias com homenagem ao realizador Michael Cimino, que faleceu recentemente, exibindo seu primeiro filme, Thunderbolt and Lightfoot (O Último Golpe, 1974), com Jeff Bridges e Clint Eastwood.

Nossas outras quatro sessões de agosto serão dedicadas à Comédia Americana Contemporânea, com Metropolitan, de Whit Stillman (08/08); O Casamento do meu melhor amigo, de P.J. Hogan (15/08); Férias Frustradas de Verão, de Greg Mottola (22/08); e Como você sabe, de James L. Brooks (29/08). Em setembro, nosso ciclo será dedicado ao cinema de Abbas Kiarostami.


Sobre O Último Golpe:
Thunderbolt (Clint Eastwood), parece um pastor de igreja mas é, na verdade, um veterano assaltante que, sete anos atrás, realizou um ousado roubo à banco. Quando seu disfarce é descoberto por seus antigos comparsas, que acreditam que ele os havia traído, o homem foge pelo interior dos Estados Unidos. Seu caminho cruza com o do jovem bandido Lightfoot (Jeff Bridges), que o ajuda e o segue na fuga. Mas os dois são capturados por seus perseguidores. Então Lightfoot faz uma proposta radical: repetir o antigo golpe, assaltando o mesmo banco do roubo original.


Toda segunda-feira, às 19h, na FAP do Cabral. Após a sessão, realizamos uma discussão mediada pelos estudantes do cineclube.

Sessão:
O Último Golpe (Thunderbolt and Lightfoot, EUA, 1974
, 115 min.)
dia 01/08 (segunda-feira)
às 19h
no Auditório Antonio Melillo, na FAP - Faculdade de Artes do Paraná
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral)
ENTRADA FRANCA


Realização: Cine FAP

Apoio: Cazé - Centro Acadêmico Zé do Caixão
Coletivo Atalante


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Cineclube da Cinemateca: "Viver e Morrer em Los Angeles” de William Friedkin

Neste domingo, dia 31, às 16h, o Cineclube da Cinemateca exibe "Viver e Morrer em Los Angeles", encerrando o ciclo William Friedkin. Em agosto, estudaremos a obra de Eduardo Coutinho. Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Viver e Morrer em Los Angeles” de William Friedkin

William l. Petersen  e Willem Dafoe enfrentam-se em um mortal jogo de gato e rato neste suspense cheio de ação do diretor William Fredkin vencedor do Oscar com "Conexão França". Esta história impiedosa de corrupção e vingança apresenta uma das mais audaciosas caçadas de carros já apresentadas no cinema e um final chocante e explosivo. O agente federal Richard Chance (Petersen) têm contas a acertar, e está cansado de jogar de acordo com as regras. Mesmo que para isso tenha que chantagear uma bela garota, desobedecer as ordens diretas ou andar na contramão em uma movimentada estrada, ele jura que, custe o que custar, irá agarrar um assassino (Dafoe). Mas à medida que as coisas ficam mais sérias, será que a vingança de Chance pode acabar destruindo a ele mesmo?

Serviço:
31 de julho (domingo)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Cineclube da Cinemateca: "Parceiros da Noite” de William Friedkin

Neste sábado, dia 23, às 16h, o Cineclube da Cinemateca exibe "Parceiros da Noite", dando continuidade ao ciclo William Friedkin que contará ainda com "Viver e Morrer em Los Angeles" (dia 31). Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Parceiros da Noite” de William Friedkin




















Jovem policial (Al Pacino) é designado para investigar um caso de violentos homicídios contra homossexuais. Disfarçado, ele se infiltra num universo que lhe é completamente estranho, repleto de sexualidade e sadismo. Na busca pelo serial killer, passa a questionar seus próprios valores, seus desejos íntimos e se depara com uma assombrosa realidade.


Serviço:
23 de julho (sábado)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante