A
FÚRIA
Dirigido por Brian de Palma.
(The fury, 1978, EUA, 118 min., suspense/terror, 14 anos.)
Com Amy Irving, Kirk Douglas e John Cassavetes.
Um agente do governo parte em busca do filho sequestrado por uma organização
secreta que pretende explorar seus poderes paranormais. Com a ajuda de uma
jovem telecinética, ele descobre uma conspiração envolvendo experiências
psíquicas, manipulação mental e interesses políticos, enquanto tenta resgatar o
filho antes que seja tarde demais.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A fúria” (1978), de Brian de Palma
Sábado, 24/10
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
Cineclube do Atalante: A fúria
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Cineclube do Atalante: A Babá + Quando um estranho chama

A BABÁ + QUANDO UM ESTRANHO CHAMA
Uma sessão dupla com um curta e um longa-metragem dirigidos por Fred Walton (duração total da sessão: 118 min.).
(The sitter, 1977, EUA, 21 min., terror, 14 anos)
Dirigido por Fred Walton. Com Lucia Stralser, Ed Ruffalo e Bill Striglos.
Uma babá é ameaçada por telefonemas misteriosos e assustadores.
+
(When a stranger calls, 1979, EUA, 97 min., terror, 14 anos)
Dirigido por Fred Walton. Com Carol Kane, Charles Durning e Tony Beckley.
Uma estudante que trabalha como babá tem sua noite interrompida quando o telefone toca. Assim começa uma série de ligações cada vez mais aterrorizantes e ameaçadoras que levam a uma revelação chocante e grandes desdobramentos.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A Babá” (1977) e “Quando um estranho chama” (1979), de Fred Walton
Sábado, 10/10
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
Cineclube do Atalante: A lua nasceu
A LUA NASCEU
Dirigido por Kinuyo Tanaka.
(Tsuki wa noborinu, 1955, JPN, 102 min., romance/comédia, 14 anos.)
Com Mie Kitahara, Hisako Yamane e Yōko Sugi.
Mokichi Asai é um pai viúvo que vive em Nara com suas três filhas — Chizuru,
Ayako e Setsuko. A mais nova, Setsuko, tenta ser a casamenteira para as irmãs
mais velhas, o que resulta em situações românticas cômicas e embaraçosas para
todos os envolvidos.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A lua nasceu” (1955), de Kinuyo Tanaka
Sábado, 26/09
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
sábado, 12 de setembro de 2026
Crônica de uma crítica assassinada
por Ágatha Angélica
Se, como disse Bernardet em Brasil em tempo de cinema
(1967), o tema da decadência e da alienação já havia sido lançado por Saraceni
em 1962 com Porto das Caixas, inaugurando a trilogia da paixão, em A
Casa Assassinada esses temas ganham novas dimensões. A decadência ganha atmosferas
mais trágicas e fúnebres e experimentais. O primeiro plano que anuncia o filme
funciona como uma espécie de lápide simbólica dedicada à Lúcio Cardoso. Uma
póstuma homenagem ao amigo e parceiro criativo de Saraceni que morreu antes de
poder presenciar o lançamento da adaptação fílmica de sua obra prima. Ao lado
do retrato de Cardoso, segue a mesma epígrafe do romance “Jesus disse: Tirai
a pedra. Disse-lhe Marta, irmã do defunto: Senhor, ele já cheira mal, porque
está aí há quatro dias. Disse-lhe Jesus: Não te disse eu que, se tu creres,
verás a glória de Deus?” (São João XI, 39,40). Esse gesto de inserir a
mesma passagem bíblica é uma pista para dar o tom da diegese que iremos
adentrar. E, de fato, adentrar, com um corte após os créditos iniciais para um travelling
in rumo à Nina morta - o primeiro plano do filme - estendida sozinha em uma
sala vazia, abandonada, despida dos esmeros que são tão caros aos falecidos, em
conjunto, um estridente som de um canto de pássaro distorcido ensurdece o
plano, na medida em que um zoom in no rosto de Norma Bengell.
O destino é implacável nesse trágico e barroco melodrama de
aspecto pueril, acentuado pela sépia enferrujada dos créditos iniciais, de um
calor febril, pela sombra, e que intensifica essa atmosfera claustrofóbica,
curiosamente ressaltada pelo uso do amplo cinemascope. Escolha interessante e
até contra intuitiva para retratar a clausura dos espaços e as emoções
fechadas, mas parece que só assim, nessa pitoresca escolha criativa, que torna
possível capturar esse universo gótico, arcaico e escravocrata que está à beira
do colapso. A antiga opulência está morrendo, bem como as relações sociais ali
aprisionadas (lembrando que, Cardoso fora discípulo de Cornélio Penna, cuja alcunha
dada por Mário de Andrade como “escritor de antiquários”, aquele que revela com
detalhes minuciosos os segredos dos objetos antigos) a perdição e a salvação
estão no pecado, e no valor íntimo que a Verdade, a Beleza e a Morte imprimem
no âmago de cada uma das personagens.
Mais que uma singela homenagem superficial, é um filme que
caminha pelas próprias pernas. A começar pela retirada do “crônica”. Que pode
ser entendida como uma oposição à “fábula”, no sentido de uma narrativa
convencional, ligada a ordem cronológica e lógica da progressão dos acontecimentos.
O começo, meio e fim, com uma moral ao desfecho. Ao retirar do título de seu
filme, Saraceni reloca esse tom crítico e desorganizador inserindo-o em uma
crise da mise en scene. Essa crise vai afetar nossa experiência formal,
racional e vai convidar a encararmos de frente o turbilhão desordenado,
subjetivo, romântico e radical das emoções que cada situação vai despertar. E
para dar conta disso, Saraceni aposta numa variedade de técnicas, de meios da linguagem
cinematográfica para compor sua encenação, e para dar conta do mosaico de
interlocutores que contaminam a veracidade daquilo que se narra. Seja no uso de
voice-over, nos cortes abruptos, na decupagem, nos rápidos movimentos de
câmera, no plano subjetivo, na dublagem, (muito presentes no cinema italiano),
e etc. Técnicas que evidenciam as fissuras da narrativa formal, oficial, e
denuncia o complexo jogo entre verdade e mentira intrínseco no modo lidar com
essa ruína. Essa relação com a dúvida e a inteligibilidade dos fatos narrados
pelos diversos narradores-personagens da Casa são transpostos de forma a
ficarem todos chapados, no sentido de ficarem presos à mise en scéne, reféns da
decupagem, da montagem. Mas, ainda assim, uma bidimensionalidade que continua
incompleta, múltipla e confusa. Ah, a dúvida, esse pecado tão caro, é nosso
trêmulo fio condutor que pende entre o sagrado e o profano. E nesse movimento
pendular, nunca vemos de fato certos acontecimentos dramáticos dos bastidores,
como a partida de Nina e a gravidez de Ana. Ou, se vemos, questionamos as suas justificativas
e seus contextos, como é o caso do tiro que acerta o peito de Valdo. É na
última confissão de Ana que sabemos de tudo que de fato se passou, tal força
contidas nessas palavras que uma força raivosa explode de Ana, rasgando seus
vestidos, tão feios, que a aprisionavam.
Mas o abalo sísmico dessa sombria novela é a chegada de Nina
à casa. Uma jovem carioca, moderna e liberal, estrangeira, por assim dizer, à
esse mundo interiorano. A influência do cinema italiano vem à tona, à
semelhança com o personagem misterioso em Teorema de Pasolini. Tal qual
a sua anunciação por meio de carta, e sua chegada à residência despertará
muitos desejos antes subterrâneos no âmago do clã, e assim perturbar sua ordem
e monotonia. A lembrar a imponente sequência em que Nina atravessa o jardim em
direção ao pavilhão encontrando Alberto apenas para esbofeteá-lo. Esse mesmo
rosto jovem do jardineiro, dotado de beleza, será importante para o final milagroso
representado na continuação da carne, que se materializa em André - cuja beleza
remete à de Tadzio em Morte em Veneza de Luchino Visconti - pois “A
beleza é eterna.” e “Deus é um canteiro de violetas cuja estação não passa
nunca.” Ah, nem o milagre escapa do caráter transgressor! Consta que Glauber
Rocha elogiou a beleza do filme ao visitar a sala de montagem “este filme,
vocês podem embaralhar as sequências, onde cair tá bom.” (O cinemascope também
impressiona Rocha, que o utilizaria em A Idade da Terra). Demonstrando
uma certa autonomia cinematográfica na realização da transposição. Consegue
compactar, condensar, comprimir mais de quinhentas páginas do romance em um
filme com menos de duas horas. Poucos são os filmes com tal síntese (há uma
adaptação francesa do mesmo romance realizada por Georges Lautner em 1988, que
não chega aos pés do nacional).
A movimentação dos personagens dentro do quadro, ancorada
nesse elenco em que todos incorporam as angústias de seus personagens, nos
ajuda a conhecer as suas dinâmicas e características, bem como o toque moderno
que Saraceni dá: um exemplo marcante é a cena em família está na sala ao som do
piano tocado por Demétrio. Nina puxa André para dançar e um violão cheio de
jazz e bossa nova invade o som e a sala. Nina se deixa soltar, no gingado que
faz Demétrio fechar o piano de forma brusca, interrompendo a cena de diversão.
Ah, como são terríveis os homens! As figuras femininas são sempre mais
complexas e intrigantes - incluo aqui Timóteo com monólogos e relevância
maiores que de seus irmãos (que veremos no final, em meio ao velório de Nina,
os dois irmãos brigam numa patética representação de Caim e Abel.) A exceção e
importância da figura masculina ficam para Alberto e André. Pois falar de
Alberto e André é falar dos jardins, das violetas, da beleza e da morte. O
mesmo ramo de violetas, que continuam a chegar mesmo depois da morte, não
importa quantas vezes Timóteo roube. Timóteo é quem dá o golpe final, quem
assassina a família, ao sair de seu quarto e visitar a sala onde se passa o
velório de Nina. Repleto de convidados, incluindo a ilustre presença do barão,
Timóteo chega carregado por homens escravizados da casa, numa decadente
demonstração do fim que aquela configuração de poder representa. Um plano
subjetivo de Timóteo de dentro da rede assume a direção da cena, balançando na
medida em que vemos os rostos em choque dos convidados, diante da sua saída
triunfal do quarto, profanado por ele desde o início do filme em seu belíssimo
monólogo. E são os seus suplícios por milagre que de fato se concretizam ao final,
mas o tão sublime milagre vem acompanhado de um sabor amargo, pois é também a
revelação de uma traição do pacto entre a dupla. Isso é demais para Timóteo, e
como último gesto de dignidade dá um tapa no rosto da defunta Nina, para, por
fim, romper lentamente o chão, como uma torre medieval. Nem mesmo as joias, que
fariam a fortuna da família, servem mais de uso, lapidadas na medida em que a
câmera lenta estaciona nesse momento de ruína que afunda toda a casa junto consigo.
E na última instância milagrosa, Alberto vive, depositando
finalmente o ramo de violetas para Nina, desta vez em seu caixão.
quarta-feira, 9 de setembro de 2026
Cineclube do Atalante: O Rio Sagrado
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
O RIO SAGRADO
Dirigido por Jean Renoir.
(The River, 1951, FRA/IND/EUA, 99 min., drama/romance, 14 anos.)
Com Nora Swinburne, Esmond Knight, Arthur Shields.
Descrito
por Renoir como “Uma meditação Ocidental sobre o Oriente”, o filme
conta a história de três meninas adolescentes que vivem na Índia, após a
2ª Guerra Mundial, próximas a um grande rio. Harriet, uma tímida
aspirante a escritora, é a filha mais velha de uma família de ingleses; a
bela e impetuosa Valerie é a filha única de um industrial
norte-americano; Melanie, serena e silenciosa, é filha de pai americano e
mãe indiana. A chegada do Capitão John, um ex-combatente que perdeu uma
perna na guerra, irá mudar a vida das três.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“O Rio Sagrado” (1951), de Jean Renoir
Sábado, 12/09
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
Cineclube do Atalante: A casa assassinada
Neste sábado, às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
Dirigido por Paulo César Saraceni.
(A casa assassinada, 1971, BR, 103 min., drama, 14 anos.)
Com Norma Bengell, Nelson Dantas e Carlos Kroeber.
Nina, uma típica mulher da cidade grande, casa-se com um fazendeiro poderoso e vai morar no interior de Minas Gerais. Lá, porém, ela se depara com uma família decadente e em ruínas.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A casa assassinada” (1971), de Paulo César Saraceni
Sábado, 29/08
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Cineclube do Atalante: Tudo que o céu permite
TUDO QUE O CÉU PERMITE
Dirigido por Douglas Sirk.
(All That Heaven Allows, 1955, EUA, 90 min., drama/romance, 14 anos.)
Com Rock Hudson, Jane Wyman e Agnes Moorehead.
Cary Scott, uma viúva de classe alta, se apaixona por um paisagista muito mais jovem, para a desaprovação de seus amigos, vizinhos e familiares, especialmente seus filhos.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Tudo que o céu permite” (1955), de Douglas Sirk
Sábado, 15/08
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Cineclube do Atalante: Dane-se a morte
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
DANE-SE A MORTE
Dirigido por Claire Denis.
(Sen fout la mort,
1990, FRA, 90 min., drama, 16 anos.)
Com Isaach de Bankolé, Alex Descas e Solveig Dommartin.
Dah e Jocelyn, imigrantes africanos, conseguem emprego num restaurante
parisiense, onde no subsolo são realizadas disputadas rinhas de galo.
Confinados o dia inteiro no porão do estabelecimento preparando as batalhas,
eles treinam um galo campeão (S’en fout la mort) que parece ser invencível.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Dane-se a morte” (1990), de Claire Denis
Sábado, 25/07
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Cineclube do Atalante: Mikey & Nicky
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
MIKEY & NICKY
Dirigido por Elaine May.
(Mikey & Nicky, 1976, EUA, 106 min., policial/drama, 14 anos.)
Com John Cassavetes, Peter Falk, Rose Arrick
Nick foge dos mafiosos, temendo por sua vida, refugiando-se em um hotel e sofrendo de úlcera. Ele pede ajuda a seu amigo Mikey, que tenta ajudá-lo a fugir da cidade.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Mikey & Nicky” (1976), de Elaine May
Sábado, 11/07
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 25 de junho de 2026
Cineclube do Atalante: Robocop - O Policial do futuro
Neste sábado, às 16h na Cinemateca de Curitiba, última sessão do ciclo "REBELIÃO!". Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
ROBOCOP - O POLICIAL DO FUTURO
Dirigido por Paul Verhoeven.
(Robocop, 1987, EUA, 102 min., ação/ficção científica, 14 anos.)
Com Peter Weller, Nancy Allen e Daniel O'Herlihy.
Em uma Detroit futurista e caótica, o policial Alex Murphy é brutalmente assassinado por uma gangue, mas seu corpo é reconstruído pela corporação OCP como RoboCop, um ciborgue imbatível destinado a limpar a cidade. Enquanto combate o crime, Murphy recupera memórias humanas e busca vingança contra seus assassinos.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Robocop - O Policial do futuro” (1987), de Paul Verhoeven
Sábado, 27/06
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Cineclube do Atalante: Nascidas em chamas
Neste sábado, às 16h
na Cinemateca de Curitiba, continuamos o ciclo "REBELIÃO!". Sempre
com entrada franca e seguido de conversa!
NASCIDAS EM CHAMAS
Dirigido por Lizzie Borden.
(Born in flames, 1983, EUA, 79 min., drama/comédia/experimental,
16 anos.)
Com Honey, Adele Bertei, Jean Satterfield.
Nova Iorque, em um futuro distópico dez anos após a “guerra de libertação
social-democrata”, diversos grupos de mulheres organizam uma revolta feminista.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Nascidas em chamas” (1983), de Lizzie Borden
Sábado, 30/05
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quarta-feira, 13 de maio de 2026
Cineclube do Atalante: A Classe operária vai ao paraíso

A CLASSE OPERÁRIA VAI AO PARAÍSO
Dirigido por Elio Petri.
(La classe operaia va in paradiso, 1971, ITA, 115 min., drama/comédia, 14 anos.)
Com Gian Maria Volonté, Mariangela Melato, Gino Pernice.
Lulu (Gian Maria Volonté) é um trabalhador exemplar, dedicado e admirado por seus chefes pelo trabalho bem feito, mas detestado pelos demais funcionários. Por conta dos baixos salários e das péssimas condições de trabalho, o sindicato decide entrar em greve. Lulu decide não se envolver com o movimento até o momento em que sofre um acidente com uma das máquinas, o que lhe custa um dedo. Com o descaso de seus patrões com o acidente ele decide participar dos grupos revolucionários.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A Classe operária vai ao paraíso” (1971), de Elio Petri
Sábado, 16/05
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 23 de abril de 2026
Cineclube do Atalante: A um passo do abismo
Neste sábado, às 16h na Cinemateca de
Curitiba, damos continuidade ao ciclo "REBELIÃO!". Sempre com entrada
franca e seguido de conversa!
Sábado,
25 de abril:
A UM PASSO DO ABISMO
Dirigido por Jonathan Kaplan.
(Over the edge,
EUA, 1979, 95 min., drama, 14 anos.)
Com Michael Eric Kramer, Pamela Ludwig e Matt Dilon.
Um grupo de adolescentes se rebela contra as autoridades da comunidade de Nova
Granada.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“A um passo do abismo” (1979), de Jonathan Kaplan
Sábado, 25/04
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Cineclube do Atalante: Zero de conduta + Meio-dia
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba, uma sessão dupla que dá início ao ciclo "REBELIÃO!". Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
ZERO DE CONDUTA + MEIO DIA
Filmes dirigidos por Jean Vigo (Zero de Conduta) e Helena Solberg (Meio-dia), primeira sessão do ciclo “REBELIÃO!”
(Zéro de conduite, 1933, 41 min., comédia/drama, 14 anos.)
Dirigido por Jean Vigo. Com Louis Lefebvre, Jean Dasté, Delphin.
Em um colégio interno repressivo e com regras rígidas de comportamento, um grupo de meninos decide se rebelar contra a diretoria do colégio e a autoridade dos adultos.
+
(Meio-dia, 1970, 12 min., comédia/drama, 14 anos)
Dirigido por Helena Solberg. Com João Farkas.
Um grupo de crianças em uma sala de aula iniciam uma rebelião em que ameaçam matar o professor.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Zero de Conduta” (1933), de Jean Vigo e “Meio-dia” (1970), de Helena Solberg
Sábado, 11/04
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 26 de março de 2026
Cineclube do Atalante: A Valparaíso + Santiago, Itália
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
Sábado, 28 de março:
A VALPARAÍSO + SANTIAGO, ITÁLIA
Filmes dirigidos respectivamente por Joris Ivens (A Valparaíso) e Nanni Moretti (Santiago, Itália)
(A Valparaíso, FRA, 1963, 26 min., drama/documentário, 14 anos.)
Com Roger Pigaut.
O filme traça um retrato da cidade de Valparaíso (Chile), construída sobre 42 colinas, com sua riqueza e pobreza, seu cotidiano nas ruas, nas escadarias, nas ferrovias cremalheiras e nos bares. Embora o porto tenha perdido sua importância, o rico passado
ainda está presente na cidade empobrecida.
+
(Santiago, Itália, ITA, 2018, 80 min., drama/documentário, 16 anos.)
Com Nanni Moretti, Patricio Guzmán e Carmen Castillo.
Com o golpe militar do Chile, que derrubou o presidente Allende em 1973, a embaixada italiana tornou-se uma das protagonistas da situação. Opositores buscaram abrigo no local e conseguiram asilo.
CINECLUBE DO ATALANTE
“A Valparaíso” (1963), de Joris Ivens e “Santiago, Itália” (2018), de Nanni Moretti
Sábado, 28/03
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 19 de março de 2026
Cineclube do Atalante: Génesis
Sábado, 21 de março:
Dirigido por Marta Ramos e José Oliveira
(Génesis, POR, 2024, 126 min., drama/experimental, 14 anos.)
Com Marta Ramos, Marta Carvalho.
Maria parte para o campo na Beira interior em busca de Lídia, que fugiu repentinamente da grande cidade. Lídia guarda um segredo, e vai encontrando no que vê e nas vozes com quem se cruza, o que Juan Marsé revela n'O Feitiço de Xangai: "Apesar de crescermos a olhar para o futuro, crescemos sempre para o passado, em busca, talvez, do primeiro encantamento". SESSÃO DE ESTREIA NO BRASIL.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Génesis” (2024), de Marta Ramos e José Oliveira
Sábado, 21/03
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Cineclube do Atalante: Peppermint Soda
Neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
Sábado, 21 de fevereiro:
PEPPERMINT
SODA
Dirigido por Diane Kurys
(Diabolo menthe,
FRA, 1977, 97 min., drama/comédia, 14 anos.)
Com Éléonore Klarwein, Odile Michel e Véronique Vernon.
No outono de 1963, Anne está se tornando adolescente. Ela mora em Paris com a
mãe e a irmã mais velha, Frédérique. Elas acabaram de voltar de uma viagem de
verão à praia com o pai. As aulas começam. Um ano turbulento as aguarda.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Peppermint Soda” (1977), de Diane Kurys
Sábado, 21/02
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Cineclube do Atalante: Meus Pequenos Amores
Voltamos às atividades neste sábado às 16h na Cinemateca de Curitiba. Sempre com entrada franca e seguido de conversa!
Sábado, 07 de fevereiro:
MEUS PEQUENOS AMORES
Dirigido por Jean Eustache
(Mes petites amoureuses, FRA, 1974, 124 min., drama, 14 anos.)
Com Com Martin Loeb, Ingrid Caven e Henri Martinez.
Daniel mora com a avó e, depois de um ano no ensino médio, vai morar com a mãe
no sul da França; um ambiente mais difícil que muda rapidamente sua percepção
sobre amigos, trabalho e mulheres.
SERVIÇO:
CINECLUBE DO ATALANTE
“Meus Pequenos Amores” (1974), de Jean Eustache
Sábado, 07/02
Às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321-3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Coletivo Atalante
.png)
.png)
(1).jpg)

.png)

%20-%20Blog.png)

.png)
.png)




