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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "Um Certo Capitão Lockhart" de Anthony Mann

Neste sábado, dia 26, o Cineclube da Cinemateca exibe "Um Certo
Capitão Lockhart" encerrando o ciclo "Anthony Mann e James Stewart".
Em outubro será a vez de "Roberto Rossellini".
Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta: 

"Um Certo Capitão Lockhart" de Anthony Mann

Will Lockhart (James Stewart) chega a Coronado, no Novo México,
procurando os responsáveis pela morte de seu irmão caçula, assassinado
por Apaches incomumente armados com rifles. A cidade é controlada pelo
fazendeiro Alec Waggoman (Donald Crisp), um dos suspeitos de ter
fornecido o armamento aos índios, junto com seu sádico filho, Dave
(Alex Nicol), e o rancoroso capataz da família, Vic Hansbro (Arthur
Kennedy).

Serviço:
26 de setembro (sábado)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São
Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "Região do Ódio" de Anthony Mann

Neste sábado, dia 19 (excepcionalmente às 17h), o Cineclube da Cinemateca exibe "Região do Ódio" dando sequência ao ciclo Anthony Mann e James Stewart que contará ainda com "Um Certo Capitão Lockhart" (dia 26). Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Região do Ódio" de Anthony Mann

No fim do século XIX, Jeff Webster (James Stewart) trabalha com o comércio junto aos seus amigos em Yukon. Ele dirige um rebanho de gabo de Wyoming a Seattle, em um barco para Skagway e pelas montanhas até Dawson. Quando o grupo chega lá, é surpreendido pelo xerife corrupto da cidade, Gannon (John McIntire).

Serviço:
129 de setembro (sábado)
excepcionalmente às 17h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "O Preço de um Homem" de Anthony Mann

Neste sábado, dia 12, o Cineclube da Cinemateca exibe "O Preço de um Homem" dando sequência ao ciclo Anthony Mann e James Stewartque contará ainda com "Região do Ódio" (dia 19, excepcionalmente às 17h) e "Um Certo Capitão Lockhart" (dia 26). Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta:
"O Preço de um Homem" de Anthony Mann

Howard Kemp (James Stewart) é um colonizador taciturno, que perdeu suas terras enquanto lutava na Guerra Civil. Para obter dinheiro suficiente para um recomeço, ele se torna um caçador de recompensas no Colorado. Howard tenta capturar o assassino Ben Vandergroat (Robert Ryan) e levá-lo até Abilene, Kansas, onde oferecem uma recompensa de US$ 5 mil. Os esforços de Howard para prender Ben e conseguir a recompensa são comprometidos pela presença da devotada namorada de Ben, Lina Patch (Janet Leigh). Além disto Howard arrumou dois "sócios": Jesse Tate (Millard Mitchell), um minerador sem sorte, e Roy Anderson (Ralph Meeker), um militar que foi expulso do exército. Jesse e Roy acham que têm o direito de receber parte da recompensa, pois ajudaram a prender Ben, mas se Howard dividir a recompensa não terá dinheiro para comprar as terras que almeja.

Serviço:
12 de setembro (sábado)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "Winchester '73" de Anthony Mann

Neste sábado, dia 5, o Cineclube da Cinemateca exibe "Winchester '73" abrindo o ciclo Anthony Mann e James Stewart que contará ainda com "O Preço de um Homem" (dia 12), "Região do Ódio" (dia 19, excepcionalmente às 19h) e "Um Certo Capitão Lockhart" (dia 26). Sempre com entrada franca!

Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Winchester '73" de Anthony Mann

Lin McAdam (James Stewart) e Frankie "High Spade" Wilson (Millard Mitchell), seu melhor amigo, chegam em Dodge City para um concurso de tiro, cujo prêmio é um rifle Winchester tão perfeitamente fabricado que é conhecido como "Um em Mil". No saloon Lin se depara com Dutch Henry Brown (Stephen McNally), sendo que eles não atiraram um no outro pelo simples fato de que o xerife, Wyatt Earp (Will Geer), não permite que ninguém ande armado pela cidade. Após uma acirrada disputa com Dutch, Lin vence o concurso. Entretanto logo em seguida Lin é atacado por Brown e seus cúmplices, que lhe roubam o rifle e fogem através do deserto, indo parar em um lugar remoto onde está um negociante de armas, que espera o momento certo para negociar com os índios. Brown e seus amigos têm apenas o Winchester sem munição, pois ao fugirem deixaram suas armas em Dodge City. Como as armas ali são vendidas por um preço muito caro, Dutch pega toda a quantia que tem e vai jogar pôquer para tentar ter dinheiro para comprar as armas. Ele perde tudo, então pressionado pelo amigo vende o rifle por 300 dólares. Ao tentar recuperar a arma, Dutch aposta todo o dinheiro em uma única jogada e perde novamente. Mais tarde o mercador se encontra com os índios, que não gostam da mercadoria pois são armas usadas. Quando o chefe dos índios vê o rifle decide ficar com ele e mata o negociante. É o início da trajetória do rifle, que logo irá mudar de dono.

Serviço:
5 de setembro (sábado)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: Anthony Mann e James Stewart

Programação:
05/09: Winchester '73 
12/09: O Preço de um Homem
19/09: Região do Ódio (excepcionalmente às 17h)
26/09: Um Certo Capitão Lockhart

Serviço:
Todo sábado
às 16h (com exceção do dia 19)
Na Cinemateca de Curitiba (Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O Último Trágico


Muito bem, depois da admirável reflexão do amigo Ranieri sobre o retorno formal a que Anthony Mann se propôs em sua carreira, ao dialogar não só com os princípios dos pré-cinemas e da própria encenação teatral, não posso deixar de trazer à tona um aspecto que ressaltei várias vezes nos textos do Especial: o retorno de Mann ao Trágico. Até porque perceberemos aí, uma espécie de linha que comprova ser o retorno também uma evolução, uma ousadia que exige muito mais tato e consciência para que atinja mérito.
Lembrando que o gênero trágico é a única forma narrativa da Antiguidade essencialmente mantida no decorrer da história – a despeito dos inevitáveis rearranjos de contexto sociais –, encontramos na obra de Anthony Mann uma continuidade exata das bases presentes nessa modalidade, que, pela pertinência dos tempos modernos, resulta numa intensidade de maiores possibilidades e conseqüências.
Talvez nenhum outro cineasta tenha seguido, como Mann, a cartilha padrão da Tragédia greco-romana tão fielmente, a exemplo de seu percurso pelo noir na década de 40. É inútil pescar referências ou exemplos particulares de filmes, se toda sua filmografia daquela década reflete inequivocamente o espírito do que a Poética de Aristóteles definiu quase 4 séculos a.C. Todos por aqui já estão devidamente situados sobre as condições existenciais dos personagens de Mann em seus filmes noir; assim como a Tragédia dita o destino, todos eles sobrevivem como regidos por um fio manipulador que distancia as chances de o subjetivo manifestar-se. Não há noir de Mann (e porque não compreender o mesmo para o próprio noir, se Mann foi um dos definidores de sua grafia básica) que não priorize o deslocamento de seu protagonista/herói arrancando-o de um ponto pacífico, que não se baseie num princípio da crise, da instauração do caos, surgido habitualmente por banalidades do cotidiano, por peripécias do dia-a-dia que porventura empurram toda uma vida à beira de um abismo.
À solidão a que esses personagens são confinados acrescente-se o signo da falta, a potencialidade de uma ausência que percorre cada um dos filmes de Anthony Mann – onde já incluímos a fase pós-50. Seja um nome, um amor, uma família, um território, uma fortuna, uma arma, uma memória, não há enredo em que Mann não parta de um vazio agenciador do estado solitário do indivíduo. E é na solidão que o Trágico se configura; dela vem à luz a plenitude do lírico, única alternativa discursivo-estética que o homem moderno encontra para permanecer trágico.
O rigor de Mann no acompanhamento aristotélico pode ainda ser percebido em detalhes mínimos, como por exemplo, a duração de seus filmes. Assim como o filósofo afirmou que a duração da Tragédia deve ser concentrada ao máximo, em peças que não excedam uma hora, todos sabemos da habilidade de Mann em narrar as mais complexas tramas na menor duração possível, seja por opção criativa, seja por limitações de produção, não importa, o que conta é a feliz coincidência.
Também poderemos compreender melhor sob o viés trágico de Mann a ambigüidade com que ele trabalhou seus dois gêneros principais: o noir e o western. Assim como os gregos foram pautados pela homogeneidade do mundo/das formas, em Anthony Mann teremos um amálgama dos dois ambientes clássicos por excelência ao cinema americano, num equilíbrio quase indiscernível de tão sutil. Apesar de seu lugar histórico e cultural (Hollywood) não permitir maiores arroubos de vanguarda, Anthony Mann não se deixou calar, chegando a abrir uma ferida nessas convenções. Aliás, eis uma de suas características maiores: transgredir pelo conservador. O rompimento nos limites dos gêneros, algo que só encontraria destaque nos cinemas novos pós-60, é prioridade de Mann a cada filme realizado; daí encontrarmos saloons e desertos nos becos sujos dos ambientes urbanos, assim como expressividade de sombras e formas na abertura das paisagens do velho oeste.
Finalmente, o preceito da transformação a ser vivido pelo herói trágico, a mudança necessária de seu destino, é um último ponto que levanto dentro do universo de Anthony Mann (ainda há outros, mas estou tentando ser aristotelicamente conciso). Se em alguns casos temos heróis que se transformam de assassinos em redentores, também encontraremos o extremo oposto disso; o que importa é que sempre, sem exceção, as situações narrativas de Mann se resolverão dramaticamente, com personagens transformados em outros, sem que jamais se perca a individualidade original.
Daí onde podemos aplicar ao próprio lugar alcançado por Anthony Mann no registro cinematográfico clássico, uma configuração primeira de cinema trágico, ou seja, em crise, solitário, concentrado, lírico, e profundamente transformador. Um cinema conscientemente ancorado numa tradição não apenas da imagem em movimento, mas de toda uma dimensão humana da representação artística, capaz de atualizar inquietações das mais antigas ao homem enquanto se presta a uma renovação do veículo utilizado. Fazer isso, convenhamos, é o mais heróico dos atos.
(Texto original: http://multiplotcinema.com.br/antigo/2010/05/12/o-ultimo-tragico/)

sábado, 23 de agosto de 2014

Cine FAP: "E o Sangue Semeou a Terra", de Anthony Mann

Na próxima segunda-feira, dia 25, o Cine FAP apresenta o filme "E o Sangue Semeou a Terra" de Anthony Mann , dando prosseguimento à mostra Faroeste.
Sempre com entrada franca!

Cine FAP apresenta: 
"E o Sangue Semeou a Terra", de Anthony Mann

Homem lidera um grupo de pioneiros ao Oregon, onde iniciarão uma nova vida. No caminho, porém, eles passam por uma série de percalços e dificuldades.

Serviço:
dia 25/08 (segunda)
às 19 hs
no Auditório Antonio Melilo
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral)
ENTRADA FRANCA

Realização: Cine FAP e HATARI! (Grupo de Estudos de Cinema)
Apoio: Coletivo Atalante

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Cine FAP: programação de agosto


Cine Fap apresenta: Mostra Faroeste
Programação de agosto:
04/08 - "Sua Única Saída", de Raoul Walsh
11/08 - "O Céu Mandou Alguém", de John Ford
18/08 - "Rio Vermelho", de Howard Hawks
25/08 - "E o Sangue Semeou a Terra", de Anthony Mann

Serviço:
Toda segunda
às 19 hs
no Auditório Antonio Melilo
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral) 
ENTRADA FRANCA

Realização: Cine FAP
Produção: HATARI! - Grupo de Estudos de Cinema
Apoio: Coletivo Atalante