quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "Amargo Reencontro" de John Milius


Matt Johnson (Jan-Michael Vincent), Jack Barlow (William Katt) e Leroy Smith (Gary Busey) são três jovens surfistas da Califórnia na década de 1960. Aproveitando a vida despreocupada, os jovens tem seus sonhos interrompidos pela Guerra do Vietnã. Mais de uma década após servirem na guerra, os três acabam se reencontrando.

Serviço:
21 de novembro (sábado)
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA

Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Cineclube do Celin: "Amores Expressos" de Wong Kar-Wai


Dois policiais, duas mulheres solitárias, duas estórias sobre amor, nas suas mais estranhas e variadas manifestações. A primeira estória é do policial 223, que se encontra com uma viciada traficante de heroína, por quem se apaixona e guarda na memória. A segunda, do policial 633, que acaba de ser rejeitado de um romance de cinco anos e começa a ver em uma atendente de fast food uma nova possibilidade de relacionamento

Serviço:

dia 20/11 (sexta)

às 19h30
No Anfi 400 da UFPR
(Rua General Carneiro, 480 - Reitoria, Edifício Dom Pedro I, 4° andar)
ENTRADA FRANCA

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Cineclube Sesi: "O Amigo da Minha Amiga" de Eric Rohmer

Nesta quinta, dia 19, o Cineclube Sesi exibe "O Amigo da Minha Amiga" dando sequência ao ciclo Eric Rohmer Anos 80, que contará ainda com "As 4 Aventuras de Reinette e Mirabelle" (dia 26).
Sempre com entrada franca!

Cineclube Sesi apresenta: 
"O Amigo da Minha Amiga" de Eric Rohmer

Blanche (Emmanuelle Chaulet) é uma jovem balconista, que fica amiga de Lea (Sophie Renoir), uma técnica de computação. Lea está namorando Fabien (Eric Viellard), mas Blanche no momento não está com alguém. Até que ela conhece Alexandre (François-Eric Gendron), um belo engenheiro por quem se apaixona de imediato. Porém, quando Lea rompe com Fabien, ele começa a demonstrar um forte interesse por Blanche.

Serviço:
dia 19/11 (quinta)
às 19h30
na Sala Multiartes do Centro Cultural do Sistema Fiep
(Av. Cândido de Abreu, 200, Centro Cívico)
ENTRADA FRANCA

Realização: Sesi
Produção: Atalante

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Cine FAP: "Kuroi Tayô", de Koreyoshi Kurahara

Cine FAP: CINEMA JAPONÊS MODERNO

O Cine FAP prossegue a exibição e debate de filmes japoneses. O cinema novo ou nouvelle vague japonesa, movimento de renovação estética e temática irmão dos cinemas novos do mundo todo nos anos 60, com filmes essenciais de Kurahara e Suzuki; e o cinema de gênero, dos filmes de artes marciais aos yakuza, com Lone Wolf and Cub, Fukasaku e Sailor Suit and Machine Gun.
 

Kuroi Tayô, excêntrico, delirante anti-buddy movie sobre um jovem andarilho japonês obcecado por jazz e um soldado americano juntos em fuga através de Tóquio, num laço crescente de choque cultural trágico e absurdo. Com música original do baterista americano Max Roach.

Serviço:

dia 16/11 (segunda-feira)
às 19 hs
no Auditório Antonio Melillo, na FAP - Faculdade de Artes do Paraná
(Rua dos Funcionários, 1357, Cabral)
ENTRADA FRANCA


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Programação do ciclo:

06/11 A Rotina tem seu Encanto (Sanma no Aji, 1962) de Yasujiro Ozu (extraordinariamente na sexta-feira)

Um viúvo percebe que sua jovem filha não deve permanecer cuidando dele pelo resto da vida, procurando então arranjar para ela um casamento. Último filme do cineasta Yasujiro Ozu, sobre o mesmo tema de seu "Pai e Filha" (Banshun, 1949).

16/11 Black Sun (Kuroi Taiyô, 1964), de Koreyoshi Kurahara

Excêntrico, delirante anti-buddy movie sobre um jovem andarilho japonês obcecado por jazz e um soldado americano juntos em fuga através de Tóquio, num laço crescente de choque cultural trágico e absurdo. Com música original do baterista americano Max Roach.
23/11 A Marca do Assassino (Koroshi no rakuin, 1967), de Seijun Suzuki

Depois de fracassar em sua última missão, um matador de aluguel de terceira classe com fetiche por arroz fervente se torna o alvo de outro assassino.

30/11 Lobo Solitário II: O Andarilho do Rio Sanzu (Kozure Ôkami: Sanzu no kawa no ubaguruma, 1972), de Kenji Mizumi

Segundo filme da série baseada no mangá Lone Wolf and Cub. Ogami Itto, assassino de aluguel, acompanhado de seu filho pequeno Daigoro, enfrenta um grupo de mulheres ninja a serviço do clã Yagyu e precisa assassinar um traidor que planeja vender os segredos de seu clã ao shogunato.

07/12 Cops vs Thugs (Kenkei tai soshiki boryoku, 1975), de Kinji Fukasaku

Há duas famílias yakuza na cidade de Kurashima: os Kawade, que usam de contatos políticos para concretizar suas atividades, e os Ohara, que mantém aliança com a polícia local. Quando Hirotani, o chefão dos Ohara, usurpa dos Kawade um grande negócio, graças à ajuda de seu amigo da polícia Kuno, uma guerra começa. Ao mesmo tempo, os superiores de Kuno iniciam um desmancho da yakuza e ordenam que seus subordinados parem de se confraternizar com criminosos.

14/12 Sailor Suit and Machine Gun (Sêrâ-fuku to kikanjû, 1981), de Shinji Sômai

Adolescente no colegial herda, por linha sucessória, o comando de um clã yakuza.

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Realização: Cine FAP

Apoio: Coletivo Atalante

O RAIO VERDE, Eric Rohmer, 1986

por João Bénard da Costa

Muito pequeno eu era quando vi e possuí, pela primeira vez, a reprodução da tela de Filippo Lippi chamada A Adoração do Menino Jesus, que está em Berlim, na Gemälde Gallerie. O quadro representa o nascimento do Menino. Mas o menino não está em nenhum presépio. Muito louro, muito rechonchudo, de dedo na boca, não tem o corpo deitado em nenhumas palhinhas mas nas ervas macias de um prado verdejante. Muitas florinhas à roda. A paisagem corresponde a um desfiladeiro, mas não transmite qualquer impressão de aspereza ou de perigo. Tudo é verdíssimo, verde musgo, dessa cor que, muito mais tarde, aprendi a associar aos jardins do Éden. Se o céu é azul, como desde Fra Angélico sabemos, o Paraíso é verde, de verde desse verde como só no Paraíso houve, como só na Mata Coberta da Arrábida há. Um verde que apetece lamber, que apetece comer e que absorve todas as outras cores do quadro, desde o manto azul celeste da enorme Virgem até ao encarnado da túnica de Deus Pai, que, lá em cima, preside à Adoração. Entre o Pai e o Filho, a Pomba do Espírito Santo despeja uma chuva de raios dourados sobre o Menino. Mas mesmo esse ouro se esbate no verde, verde de perdição, verde que também se encontra em Masaccio, mestre de Lippi, verde que também passou a Botticelli, por exemplo àPrimavera. Mas em nenhum deles o verde é tão convidativo, tão sonhador como neste quadro de Fra Filippo, que aguardei trinta e sete anos para ver em carne e osso, em Berlim, correspondendo a tudo o que durante trinta e sete anos imaginara.

Muito pequeno eu era - menos pequeno, mas ainda tanto - quando li Le rayon vert de Júlio Verne na velha tradução portuguesa da Aillaud e Bertrand, tradução de um “oficial da armada” chamado V. Almeida d’Eça. Júlio Verne ensinou-me que o último raio de sol sobre o mar, em tardes limpidíssimas, era da cor do verde de Filippo Lippi. “Um raio de um verde maravilhoso, de um verde que nenhum pintor conseguiu jamais com a sua paleta” (obviamente, Júlio Verne nunca viu o quadro de Filippo Lippi) “um verde de que a natureza nunca reproduziu as gradações, nem nos tons variados dos vegetais nem na cor dos mares mais claros. Se o Paraíso é verde, é verde como esse raio, que é, sem dúvida, o verdadeiro verde da Esperança.”

Quem leu o livro, sabe que o protagonista percorreu trópicos e equadores para conseguir ver esse raio, o que só no fim conseguiu. Mil vezes, em crepúsculos transparentes, mil acidentes impediram a transparência total. Uma nuvem derradeira, a vela dum barco. O raio verde é dificílimo de ser visto. Mas, se se acreditar em Miss Campbell, personagem de Verne, quem vir o raio verde nunca mais se enganará em coisas de sentimentos. Ilusões e mentiras dissipam-se à visão dele. “E aquele que for tão bem-aventurado que o consiga ver uma vez só, uma vez só que seja, passa a ver claro no próprio coração e no coração dos outros.”

Eric Rohmer lembrou-se da história de Júlio Verne para o quinto filme da série a que chamou “Comédies et Proverbes” e que se iniciou em 1981 com La femme de l’aviateur. Mas, ao contrário de La femme de l’aviateur, de Le beau mariage, de Pauline à la plage e de Les nuits de la pleine luneLe rayon vert, integrado na série, não abre com nenhum provérbio. A epígrafe inicial é um verso de Rimbaud: “Ah! Que le temps vienne / ou les coeurs s’éprennent.” Sempre estabeleci, mas deve ser coisa minha, uma relação obscura entre esta epígrafe e o provérbio, esse sim, que introduz Les nuits de la pleine lune: “Qui a deux femme / perd son ame. / Qui a deux maisons / perd sa raison.” Para chegar o tempo do raio verde, para chegar o tempo em que se pode ver claro dentro de nós e dentro dos outros, para chegar o tempo em que as almas se fundem, é preciso terem acabado já as perigosas noites de lua cheia, não haver várias mulheres nem várias casas. Le rayon vert, na série “Comédies et Proverbes”, é o filme mais só, é o filme mais desamparado.

Solitária e desamparada é a secretariazinha Delphine (Marie Rivière). Os adjetivos não me ajudam muito e não a ajudaram nada a ela. Delphine, desde que uma amiga lhe pôs os cornos e, em vez de passar férias com ela, resolveu passar férias com o namorado, na Grécia, se é solitária e desamparada, é chata como as coisas chatas. Como construir um filme sobre uma protagonista que não é bonita nem simpática e nos melhores momentos apenas nos faz uma certa pena? Como construir um filme com uma protagonista que chora baba e ranho porque queria passar férias em boa companhia, não o consegue e chateia de morte toda a gente que não tem culpa nenhuma disso? Como construir um filme sobre uma protagonista que não diz nada de particularmente interessante e se limita a desbobinar lugares comuns sobre astrologia, relações humanas, solidão e amor e a falar, falar, falar, sem que da boca dela saia uma só frase que retenha a nossa atenção? Já não me lembro quem, comparou-a a uma personagem de Simone Weil, insignificante e pobre, mas à procura de Deus. Eu penso mais no que Péguy escreveu sobre a Santa Teresinha do Menino Jesus, quando pôs Deus a dizer aos anjos qualquer coisa como isto: “Julgam que para fazer santos preciso de gente muito especial? Vou pegar uma mulher parvíssima, limitadíssima, possidoníssima e, com essa matéria, vou fazer a santa que vos há-de espantar a todos.” Rohmer pegou em Marie Rivière e fez essa Delphine, mais irritante que todas as burguesas dele (e, meu Deus, como ele sabe fazer burguesas irritantes!) e construiu a personagem que é aquela que mais me espanta em toda a história do cinema. Porque, sem ponta por onde se lhe pegue, sem ponta que se nos pegue, não conseguimos despegar os olhos dela, sentindo, contra a personagem e contra a atriz, que dali vai acontecer qualquer coisa de espantoso. Mas Rohmer é o último dos cineastas que sabe que o essencial, no cinema, não é da ordem da linguagem, mas da ordem do ontológico. E todas as paixões de Rohmer, de Hitchcock a Mizoguchi, de Murnau a Rossellini, pegaram em Delphine e a levaram de Cherbourg para Biarritz e de Biarritz para Saint-Jean-de-Luz, para transfigurar à luz do raio verde. 1986 foi o ano.

Pode-se dizer que Delphine é uma personagem apanhada no que Huysmans chamou melancolia. “A vítima da melancolia mantém com o espaço a mais dolorosa das relações. Ou lhe falta espaço, ou o espaço lhe sobeja. Tem horror à finitude dele, mas a sua infinitude aterroriza-a da mesma maneira. Daí a busca melancólica das viagens e das distâncias: ao desorientado, as viagens prometem um fim, aos cativos uma evasão.” Talvez seja por isso que, entre uma segunda-feira, 2 de Julho, e uma segunda-feira, 6 de Agosto, Delphine tanto procure nas viagens o que quer e não sabe o que é. Encontros extraordinários só tem três: ainda em Paris, no Museu Guimet, uma estátua antiga de um atleta nu. Uma amiga mete-se com ela: “Do que tu precisas, é de um homem assim: bonito e sujo”. Bonito e sujo? O segundo encontro extraordinário dá-se em Cherbourg. Num dos seus passeios erráticos, encontra, caída no chão, uma carta de Tarô. Volta-a e é a Dama de Espadas. Não é muito usual encontrarem-se cartas dessas caídas no meio do chão.

A Dama de Espadas vai presidir a tudo o que se pode chamar o “buraco negro” de Le rayon vert: as férias insuportáveis em Cherbourg, o regresso efêmero a Paris, a viagem para as montanhas, finalmente Biarritz, insuportável como Biarritz em Agosto. De vez em quando uma cor mais verde: bosques onde ela passeia, fatos de banho de turistas, umas escadas junto ao mar verde. E é numas escadas dessas que ela reencontra, caída, uma segunda carta de Tarô: agora um Valete de Copas. Estamos perto do fim do filme e começamos a perguntar por que é que ele se chama Le rayon vert e qual a relação com o livro de Verne. Até que, junto às mesmas escadas, Delphine ouve, casualmente, a história do raio verde, contada por uns turistas entradotes que resumem o livro e dizem, todos, já o terem visto, ao menos uma vez. Delphine não entra na conversa, os turistas nem reparam nela. Mas é a partir desse momento que o raio verde começa a funcionar e a mudança de Delphine começa a dar-se. Uma sueca de topless desafia-a para uns engates. A coisa até funciona, mas Delphine continua a não funcionar. Chegada a hora de mais verdade (é verdade que verdade bem rasteira) foge ao companheiro que a escolhera e corre escada abaixo, outra vez a chorar que nem um bezerro. Decide voltar a Paris. E é na estação, enquanto lê O Idiota de Dostoievsky (livro que esteve a ler durante todo o filme), que lhe aparece um rapaz, igual a todos os outros, mas que, ao contrário de todos os outros, l’éprenne. É ele que lhe propõe um fim de semana em Saint-Jean-de-Luz. Já na praia, propõe-lhe ficarem juntos. A tarde, uma tarde limpidíssima, sem uma nuvem, chega ao fim. Antes de lhe responder, Delphine pede-lhe que se afastem um pouco até junto ao mar. “Sim ou não?”, pergunta-lhe o rapaz. “Espera”, responde-lhe Delphine e vemos o sol a pôr-se no mar. O último raio de sol. E Delphine, num júbilo indescritível: “Sim.” O sim mais jubilatório do cinema.
Eu nunca vi o raio verde. Ouvi dizer que Rohmer, que filmou Le rayon vert em 16 milímetros, câmera à mão e sem qualquer script prévio, gastou metade do pequeníssimo orçamento que teve a mandar segundas e terceiras equipas do filme para todos os pontos da costa francesa, a fim de filmar o raio verde. Vi o filme dezenas de vezes e, seja ou não seja daltônico, nunca consegui ver o raio verde que Delphine viu no fim. Há um sol redondíssimo e amarelíssimo, há um mar todo azul, mas verde eu não vi. Mas acredito que Delphine viu o raio verde e que, a partir desse plano, plano final do filme, outra Delphine existiu e uma espantosa história de amor começou. Se não é este o milagre do cinema, não sei nem o que é milagre nem o que é cinema.

Como Rohmer uma vez disse: “No cinema, a imagem do mundo exterior forma-se automaticamente, sem a intervenção criadora do homem. Todas as artes estão fundadas sobre a presença do homem. Só no cinema fruímos da sua ausência.” Le rayon vert, a obra mais mágica que os anos 80 me deram, é esta presença e é esta ausência.

Texto extraído de: http://focorevistadecinema.com.br/FOCO1/benard-raioverde.htm

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Cineclube da Cinemateca: "Silvestre" de João César Monteiro

Neste sábado, dia 14, o Cineclube da Cinemateca exibe "Silvestre", de João César Monteiro. Sempre com entrada franca!
Cineclube da Cinemateca apresenta:
"Silvestre" de João César Monteiro



Don Rodrigo tem duas filhas, Sílvia e Susana, uma legítima e outra bastarda. Antigo e sem um herdeiros, Don Rodrigo decide casar Silvia com o vizinho, um nobre jovem e rico, a fim de garantir e expandir seus domínios. Mas Don Paio, o prometido, é um comilão e um inveterado mulherengo. A trama se complica quando Don Rodrigo se ausenta e dois homens, um peregrino de Santiago e um cavaleiro, passam a desejar as moças.

Serviço:
14 de novembro
às 16h
Na Cinemateca de Curitiba
(Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 1174 - São Francisco)
(41) 3321 - 3552
ENTRADA FRANCA
Realização: Cinemateca de Curitiba e Coletivo Atalante

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cineclube Sesi: "O Raio Verde" de Eric Rohmer

Nesta quinta, dia 12, o Cineclube Sesi exibe "O Raio Verde" dando sequência ao ciclo Eric Rohmer Anos 80, que contará ainda com "O Amigo da Minha Amiga" (dia 19) e "As 4 Aventuras de Reinette e Mirabelle" (dia 26).
Sempre com entrada franca!

Cineclube Sesi apresenta: "O Raio Verde" de Eric Rohmer

Paris. Delphine (Marie Rivière) é uma secretária que não sabe o que fazer após sua companheira de férias desistir da viagem duas semanas antes da partida. Ela não quer viajar sozinha, mas está sem namorado e não tem facilidade para fazer novas amizades. Uma velha amiga a leva a Cherbourg mas, arrependida, poucos dias depois ela retorna a Paris. Delphine vai aos Alpes, mas logo retorna novamente. Sua última tentativa é para a praia, mas também desanima e resolve tomar o trem para Paris. É quando, já na estação, o olhar de um homem cruza com o seu, o que faz pensar em ficar.

Serviço:
dia 12/11 (quinta)
às 19h30
na Sala Multiartes do Centro Cultural do Sistema Fiep
(Av. Cândido de Abreu, 200, Centro Cívico)
ENTRADA FRANCA

Realização: Sesi
Produção: Atalante